Newton e a Bíblia!

Ao saber que uma das maiores mentes científicas do mundo se dedicou mais ao estudo da Bíblia e de suas profecias, temos a chance de aprender várias lições.

Podemos perceber que a Bíblia não é um livro simplório, ou uma mera coleção de mitos judaico-cristãos, como alguns dizem, mas é uma fonte de estudo que atende às mentes mais exigentes.

Segundo, podemos desfazer o mito preconceituoso de que cientistas não podem ser religiosos pois isso iria de encontro a própria natureza de seu trabalho. No caso de Newton, sua visão cristã não foi apenas uma parte separada de sua vida, mas era sua força motivadora.
Inclusive, alguns historiadores entendem que sua maior obra, os Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, fora escrita com o fim de defender a racionalidade do mundo natural e evidenciar a existência de um criador.

E por fim, podemos aprender que as profecias possuem uma posição especial no estudo da palavra de Deus, especialmente os livros de Daniel e Apocalipse, a ponto de atrair uma mente do quilate de Isaac Newton.

Dessa forma, se Newton achou importante estudar as profecias, o que deveríamos nós fazer?

“Assim temos mais confiança ainda na mensagem anunciada pelos profetas. Vocês fazem bem em prestar atenção nessa mensagem. Pois ela é como uma luz que brilha em lugar escuro, até que o dia amanheça e a luz da estrela da manhã brilhe no coração de vocês.” 2 Pe 1:19

Precisamos da revelação!

Toda a realidade, com sua complexidade e interconectada, é uma estrutura que requer uma explicação profunda e unificada, a qual não é obtida unicamente através da natureza, mas precisa ser REVELADA de uma fonte externa. Foi exatamente isso que Deus fez através da sua palavra. A palavra revela o significado da natureza e a natureza apresenta a consistência da palavra.

A maior “fake news” da história da ciência!

Na era das fake News, uma das maiores inverdades criadas para propagar ideias enganosas foi a oposição entre fé e ciência, ou fé e razão. Não, a ciência não é oposta a fé, mas é, em certo sentido, produto desta.

Foi a ideia da natureza ser uma obra criada por um Deus inteligente, na qual tal sua inteligência se revela, que deu a ciência a licença e motivação para nascer.

Mesmo aqueles que não eram religiosos compartilhavam deste “espírito da época” presente na Europa cristianizada.

Uma conversa sobre o universo!

Mais do que revelações essa conversa com meu amigo Michelson Borges @michelsonborges lida sobre diversos temas com os quais venho trabalhando nos últimos anos. Falamos sobre a relação ciência e religião, o Big Bang, o ambiente universitário, a necessidade de nos desenvolvermos intelectualmente, sobre alguns dos projetos que estamos desenvolvendo e com muitas dicas de livros.

Espero que você curta a conversa. Foi feita com muito carinho.

A base da ciência!

O fundamento principal da ciência é a concepção de que o universo é racional e que nós somos capazes de compreendê-lo.

A questão seguinte que surge é:

Por que crer nisso?

E mais:

Qual visão de mundo explica tanto a racionalidade do universo, a racionalidade do homem e a conexão entre esses dois elementos?

A melhor resposta para essa questão encontra-se na visão de um criador inteligente que criou a natureza segundo sua racionalidade, bem como criou o ser humano segundo sua imagem e semelhança.

Desta forma o cristianismo possui a resposta para um dos grandes mistérios da experiência humana, a efetividade da ciência.

Deus é o arquiteto!

Para uma visão naturalista da realidade, que exclui Deus, é inexplicável como a matemática é capaz de descrever a realidade do mundo natural com tanta efetividade.

Por outro lado, para o Cristianismo esse é um problema inexistente, pois a natureza é fruto da mente de um Deus inteligente que criou tudo com regras bem fundamentadas e que refletem seu caráter. Além disso, esse mesmo Deus criou o homem, conforme sua imagem, possibilitando assim que o homem pudesse não só ser inteligente, mas ser também capaz de decifrar o código matemático presente na criação da natureza.

Por tanto, Deus é tanto a explicação para existência da matemática na natureza bem como para a nossa capacidade de entendê-la.